PARQUE NACIONAL SERRA DO TEIXEIRA

1ª PARTE

2ª PARTE

3ª PARTE

4ª PARTE

5ª PARTE

6ª PARTE

 

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

 

QUANDO IR:

O PARNA pode ser visitado em qualquer época do ano. Durante a época da seca pode-se caminhar por entro dos rios secos e adentrar mais profundamente no PARNA pelas estradinhas. Já na época das chuvas as cachoeiras e os riachos voltam a ter água.

 

O QUE LEVAR:

Leve meias especiais, esparadrapo e algodão, repelente, protetor solar, boné, óculos de sol, roupas de uso pessoal (prefira as de nylon ou de material leve), um bom GPS com as coordenadas já marcadas, power bank (carregador para aparelhos eletrônicos), lanterna de testa, aparelhos eletrônicos pessoais, barras de cereal, bananas desidratadas, uma ou outra bebida energética, etc.

Leve um Específico Pessoa para amenizar eventuais picadas de animais peçonhentos para as primeiras horas.

Leve também roupas de banho e muita, muita água para beber.

Leve um casaquinho para as noites mais frias na serra.

 

COMO CHEGAR:

Teixeira-PB e o PARNA Serra do Teixeira ficam a 302 km de João Pessoa-PB e percorre-se na maior parte na transamazônica ou BR-230. Depois vira-se à direita e entra na PB-238.

           

CIDADES DE APOIO:

Patos-PB é maior cidade mais próxima do PARNA, porém, tanto Maturéia-PB, quanto Teixeira também são boas pedidas. Teixeira-PB é a mais charmosa por ser a única da região que se localiza em cima da serra e possui um clima mais ameno.

 

ATRAÇÕES:

No PARNA há o açude Capoeira, trilhas dentro de rios secos, cachoeiras na época das chuvas, poços, mirantes, pico do Jabre, pedra do Tem Dó e outras atrações nas redondezas, como o açude Jenipapeiro ou Buiú, pedra do Pintor, etc.

 

DICAS:

Não deixe de pegar a autorização do ICMBio caso for caminhar nas trilhas do PARNA.

Procure ir sempre de calça e camisa manga longa de tecidos finos para se proteger do sol e dos mosquitos.

Nunca faça as trilhas sozinho.

A água para beber é fundamental.

Fique atento aos animais peçonhentos.

                       

RISCOS:

Raios, ventanias e trombas d’águas quando chove, muito calor, etc.

Animais peçonhentos e outros animais selvagens.

Acidentes de forma geral, se perder, quedas e tombos, afogamentos na época das chuvas, escorregões, cortes e arranhões, picadas, mordidas, etc.

 

DIÁRIOS:

Há alguns anos atrás estive por ali explorando o ponto culminante da PB, ou seja, o pico do Jabre e o PARNA Serra do Teixeira nem estava definido ainda. Fomos à Pedra do Caboclo e vimos vários líquenes sobre um lajedo. Em cima da Pedra do Caboclo havia um cruzeiro. Esta pedra era utilizada como um abrigo pelo homem pré-histórico e sua caverna, de onde se pode observar o horizonte à frente, lembra a boca de um tubarão. Há uma passagem meio apertada por entre as pedras que dá acesso ao seu interior. Lá dentro existe uma grutinha que deveria ser uma excelente proteção naquela época contra os animais selvagens e o clima. A vista lá de dentro é bem estratégica. Depois caminhamos ali nas redondezas da Pedra do Caboclo, onde há vários lajedos com cactos e vista do pico do Jabre com o seu monólito. Começamos a subir o morrinho em direção ao pico do Jabre. Logo que chegamos vimos uma placa mencionando a sua altitude de 1.197 m, porém, está altitude não considera o monólito e com isso, se torna equivocada. Naquela época consegui subir no monólito e a altitude deu 1.208 m no meu GPS. Em cima do monólito havia várias bromélias. Pena que o cume do pico do Jabre estava cheio de antenas, o que deixe muito feio o local. Porém, a vista de lá de cima é fascinante e pode-se avistar vários açudes, a cidade de Maturéia-PB, sítios, estradas, rodovias, etc. O lado leste do PARNA é o bem visto e possui muitas pedras. Vimos catolés (palmeiras), barrigudas e cabreiras com flores, bromélias, musgos, etc. Depois passamos por uma estradinha ali por perto e vimos uma serpente dormideira e uma seriema tentando se esconder. Muitos cactos existem por ali também, como coroas-de-frade, facheiros, etc. Seguimos rumo às pinturas rupestres da Pedra do Pintor. Foi meio difícil encontra-las, pois o lugar estava bem abandonado. Lá existem desenhos de mãos, redemoinhos e quadrados que lembram algum tipo de contagem, etc. A pedra está a apenas uns 900 m do limite do PARNA. Penso que a deveriam inserir dentro do PARNA. Fomos também ao Poço do Cafundó, à Cachoeira do Ó e à Pedra da Ponte, onde em todos foi preciso caminhar por dentro da mata e pelas bordas dos rios.

Já em outro oportunidade, acordei cedo e fomos conhecer a Pedra do Tem Dó logo ali perto no PARNA Serra do Teixeira, o mais novo PARNA brasileiro e o único da PB. Eu sempre achei que no dia que esse estado tivesse um PARNA, o mesmo seria o Vale dos Dinossauros em Sousa-PB. A Pedra do Tem Dó fica do lado da rodovia e consiste num imenso monólito sólido, parecendo-se com um lajedo. Subimos a mesma até o seu cume e a vista dali é “arretada”, como estava escrito num cartaz de um restaurante colado nela logo ali abaixo. Lá em cima há marcas de poças d’água que se formam com as chuvas. Levantei o drone e filmei a Caatinga ao seu redor bem seca. Dali é possível avistar várias cidades, principalmente Patos-PB e muitas lagoas e açudes. Aliás o número de barragens, açudes e lagoas ali no Nordeste tinha aumentado extraordinariamente desde a última vez que eu havia andado por aquelas bandas do sertão nordestino. Depois vi vários líquenes nas cores verde claro, marrom, vermelho, amarelo, cinza e laranja. Também vi algumas bromélias e cactos. Há uma grutinha com uma santa ali dentro da Pedra do Tem Dó e “colada” com a rodovia.

Descemos a serra com suas perigosas curvas de até 180o e realizamos a primeira travessia neste PARNA. Depois passamos por outros morros com lindas formações rochosas e com pedras soltas no formato de um ovo. Passamos por Patos-PB e por São José do Bonfim-PB, vimos vários morros e pedras exóticos e depois entramos numa estradinha de terra rumo ao açude Capoeira, o qual está totalmente dentro do PARNA. A Caatinga estava bem seca por ali também e vi algumas reses mortas por causa da secura extrema. Chegamos à barragem do açude Capoeira e vimos que o lago estava bastante baixo. Procurei algum morador para nos levar de barco a fim de cruzarmos todo o açude dentro do PARNA. Passamos em três casas, mas ninguém tinha barco por ali e chegamos a ir na sangria do açude que expirava a sua água em vários pequenos tubos. Deu para ver a casa de máquinas do açude, onde a sangria jorrava pelos tubos para cima. Um cara nos indicou um senhor que morava ali por perto e fomos lá. Depois de alguns metros naquela Caatinga seca chegamos à casa onde havia um casal de idosos. O cara tinha um barquinho a remo e nos indicou irmos do outro lado do açude próximo das vilas Gorete-PB e Capoeira-PB, pois teríamos mais chances e ofertas de barcos. Combinei com aquele senhor que iríamos lá, mas se não conseguíssemos nada voltaríamos às 16 horas para irmos com ele mesmo.

Montanhas com pedras esbranquiçadas apareciam no horizonte. Uma certa montanha tinha marcas das águas que corriam sobre ela na época das chuvas, que aliás devem de deixar essa região bem diferente e bonita. Chegamos à cidade de Mãe D’Água-PB e realizamos a segunda travessia em outro trecho deste PARNA. Mais para frente tentamos realizar a terceira travessia em outro trecho, mas só conseguimos nos aproximar dos limites do PARNA numa estradinha bem feia, onde havia até uma certa ponte em construção. Depois fomos almoçar naquela cidade e em conversa com as pessoas por ali perguntei se conheciam alguém que tinha algum barco e apareceu um senhor de 82 anos se oferecendo para fazermos o passeio. Saímos dali às 15h30 e fomos até a outra margem do açude Capoeira. O barquinho era pequeno e os remos ficavam presos no barco em argolas circulares. O senhor oitentão foi remando com toda sua habilidade enquanto a gente ia curtindo a vista maravilhosa. Era água, mata, montanhas, ilhas e relvas com cores diferentes nas margens do açude. Alguns morros se destacavam atrás do açude Capoeira. Perguntei ao senhor oitentão se ele sabia sobre o PARNA Serra do Teixeira e ele disse que não. De longe vinha vindo outros barquinhos a remo e cada um levava uns 20 tucunarés amarrados numa vareta. Parece que ali é bem piscoso, porém, os nativos não gostavam muito de que os forasteiros fossem pescar por ali. Ainda bem que eu só estava interessado em fotografar e filmar as belezas daquela área. Passamos por ilha onde havia uma velha casinha abandonada lá no alto dela construída por esse senhor oitentão que estava com a gente. Atravessamos todo o açude e ao mesmo tempo realizamos a terceira travessia num certo trecho do PARNA até a barragem do outro lado onde tínhamos ido hoje de manhã, e agora ainda teríamos que voltar. O açude estava uns 7 m abaixo do nível e parece que o mesmo é bem fundo. Vimos algumas plantas aquáticas daquele tipo dos aquários e ao pararmos numa certa ilha, vimos vários caramujos e suas ovas cor de rosa nas pedras. Remei o barquinho um pouco depois porque o senhor queria fumar e descansar um pouco. O “bicho” (barco) é bem instável e toda hora ficava mudando de direção. É bem diferente de remar os caiaques que eu estava acostumado e onde consegui títulos de campeão no DF, GO e do Centro-Oeste na década de 80 e também nas travessias à força humana que realizei em 2014 e em 2016 pelo Brasil. Numa certa hora falei para o senhor oitentão que eu havia trazido um passarinho mecânico que voava bem rápido e ele inocentemente me perguntou se o “bicho” estava vivo. Levantei o drone e o senhor ficou impressionado com aquele “bicho”. Fiz boas filmagens e prometi ao senhor que enviaria algumas para ele ver depois. Perguntei ao senhor o que o mantinha assim tão disposto e animado e ele disse que tomava pinga três vezes por dia. Será que esse era o segredo de sua longevidade? Vi vários patos-selvagens, marrecos, queros-queros, garças-brancas, garçinhas-brancas, jaçanãs e biguás. Alguns animais domésticos como vacas ainda estavam por ali, pois o processo de desapropriação parece que nem havia começado ainda. Acabou o passeio, paguei ao senhor oitentão, agradeci, o deixei de volta na vila e voltamos à Teixeira-PB.

Hoje o dia foi bem legal.

Saímos cedo novamente e passamos por Patos-PB, Sta. Teresinha-PB e Catingueira-PB. As antenas do pico do Jabre eram vistas de quase todo esse outro lado da serra do Teixeira. Entramos numa outra estradinha de terra. Passamos por alguns sítios até que chegamos a uma fazendinha que parecia abandonada numa região chamada de Poções. Parei o carro ali numa sombra. De repente percebi que na nossa frente havia um areal que tudo indicava ser de um rio totalmente seco. Caramba, e eu pensei que fosse uma estrada ao olhar no Google Maps. Aliás, há várias marcas assim que atravessam esse PARNA que parecem ser estradas, mas que na verdade são rios secos! Só olhando bem os detalhes é que percebemos alguns trechos pedregosos, porém, mesmo assim dá a impressão de que pode ser um trecho com serra. De qualquer forma estávamos nos limites do PARNA e resolvi caminhar cerca de 1 km dentro desse rio no meio de seu areal. É muito estranho caminhar dentro de um rio seco. A gente fica imaginando como ele é quando está cheio. Vimos alguns passarinhos e algumas sementes laranjadas que pareciam feijões de uma árvore chamada Mulungu. Levantei o drone e percebi que o rio vinha lá de longe de dentro do PARNA e ficava por muito tempo com um areal que parecia uma estrada.

Já em outro dia, passei no ICMBio logo de manhã para levar conosco um guia, mas acabou que ao invés de irmos aos lugares que ele conhecia, fomos em uma outra área que nem ele e nem nós conhecíamos ainda. Passamos pelo mesmo caminho de ontem até que viramos à esquerda numa região conhecida por Curturme. Percorremos um trecho grande de estradas de terra e passamos por várias fazendas, onde foi necessário abrir as porteiras. Fiquei meio receoso por estarmos ali naquelas fazendas sem pedir autorização de seus proprietários, mas por enquanto estava dando tudo certo. Passamos por lindas carnaúbas. Chegamos à última porteira e um capataz veio perguntar o que estávamos fazendo ali. Não falei nada sobre o PARNA e nem sobre o ICMBio por causa dos recentes processos de desapropriação. Pedi desculpas por termos chegado ali sem avisar e falei que queríamos apenas conhecer e tirar fotos das serras. O cara foi legal e nos deixou passar. Percorremos uns 10 km ainda numa estradinha recém patrolada e chegamos à casa do finado Joaquim na região conhecida por Garra. Deixamos o carro e começamos a caminhar rumo ao leito de outro rio seco chamado de Pedra Lisa, de onde vem de um açude de mesmo nome do outro lado do PARNA. Chegamos a uma área conhecida por Baixio de Ju e vimos duas seriemas e alguns jacus por ali. Uma árvore grande conhecida por orelha-de-negro e por tambor com vários buracos de tatu abaixo de sua copa. Até os tatus coitados preferem cavar os seus buracos na sombra! As margens do rio Pedra Lisa possuíam muitas erosões. Começamos a caminhar por dentro do rio seco. Vi um ninho de graveteiros e muitas juremas que nos espetavam as vezes. O solo era todo arenoso e só depois de uns 1,5 km é que foram aparecer pedras cinzas. Caminhamos por um tempo sobre as pedras daquele rio seco, pulando de uma para a outra. Num certo trecho havia um monte de pedras com poços d’água que certamente na época das chuvas formavam lindas corredeiras e cachoeiras. Um grupo grande de macacos-pregos apareceu. Vi uma colmeia com abelhas concentradas em suas larvas, mas se vacilássemos nos atacariam. Caminhamos mais um pouco e o calor estava extremo. Até as nossas garrafas d’água estavam quentes. Pensei que seria melhor voltarmos e irmos pelo outro lado até reencontrarmos o local onde paramos. Levantei o drone e consegui avistar por mais de 1 km o rio Pedra Lisa a frente. Pena que não deu para ver o açude de mesmo nome por causa dos morros. Estávamos a uns 2 km em linha reta do açude Pedra Lisa. Após caminharmos uns 4 km ida/volta dentro do rio Pedra Lisa voltamos e vimos um veado-galheiro e um tatu. Fiquei um pouco preocupado também pelo fato de que éramos uma espécie de intrusos ali naquele lugar, onde haviam as fazendas. Finalmente saímos do trecho das fazendas e chegamos ao asfalto novamente. Lanchamos um pouco e compramos mais água.

Fomos rumo ao açude Jenipapeiro ou Buiú. Após alguns kms de terra chegamos ao maior açude dessa região do PARNA e pena que o mesmo não está dentro do PARNA. Não entendi porque suas margens estão todas dentro do PARNA, mas o seu interior não e nem o guia soube nos explicar. Sua barragem é bem alta e a sangria se destacou no meio daquela Caatinga seca. Não resisti e fui tomar um bom banho nela. Entrei com o nosso carro ali também para deixa-lo mais limpo. Subimos a enorme barragem e vimos a sangria de outro ângulo e o lago do açude. Depois percorremos um dos lados de suas margens onde havia uma estradinha recém patrolada também, porém, depois ela ficou intransitável. Levantei o drone e filmei toda aquela área que pertencia ao PARNA. O difícil foi virar o carro ali naquela fossa estreita entre dois morros. Deu tudo certo e a noite já estava caindo. Pena que nem deu tempo de ir pelo outro lado do açude Pedra Lisa.

Cheguei a beber 5 litros de líquidos por causa do calor de lascar e isso já estava acontecendo já há algum tempo desde que entramos na Caatinga brava, ou no sertão nordestino.

Em outro dia seguimos por outra estrada de terra para um povoado chamado Socorro-PB, onde há uma bonita igreja construída pelos próprios moradores. Aliás, igrejas bonitas e bem cuidadas é o que não falta ali em toda essa região. Passamos por alguns sítios, onde vimos um senhor num carro-de-boi, algumas plantações de Palma (cacto que serve de alimento, tanto para o ser humano, quanto para os animais domésticos), alguns aguapés numa lagoa e alguns sapos-cururus. Depois seguimos para realizarmos a quarta travessia no PARNA e a única totalmente numa estrada de terra até Juru-PB. A estrada estava boa e ao parar no alto da serra levantei o drone novamente e fiz novas filmagens. Depois passamos num trechinho com um areal meio ruim, onde tive que prestar mais atenção e acelerar forte. Vimos alguns periquitos-de-asa-dourada. Após atravessarmos o PARNA fomos passando por vários sítios e fazendas até que finalmente chegamos a Juru-PB.

Depois continuamos rumo a Tavares-PB e entrei à direita a fim de realizarmos a quinta travessia em outro trecho do PARNA rumo ao Sudoeste. Pegamos uma estradinha que foi ficando cada vez mais horrorosa.  Vi alguns cactos, como o xique-xique e as coroas-de-frade e um lindo camaleão. Havia algumas madeiras de cor vermelha cortadas na área que seria a Zona de Amortecimento do PARNA. Passamos por algumas pedras lasqueadas e vimos um mocó. Continuamos e vimos uma árvore que parecia um eucalipto argentino e um cardeal-do-nordeste. Vimos um gavião que tinha acabado de pegar uma cobra e a estava levando em suas garras, uma outra cobra nas cores branco e cinza, alguns sapos, um lobinho e uma lebre. Levantei o drone para filmar os limites do PARNA naquele trecho e com trabalho consegui retornar o carro ali numa área bem estreita da estrada. Seguimos rumo à Pitombeira de Dentro-PB numa outra estradinha bem ruim. Finalmente chegamos à Pitombeira de Dentro-PB e começamos a voltar. Vimos outros morros e um urubu-rei. Passamos por Pitombeiras-PB num asfalto novo e com muitas montanhas ao redor. Tinha um trecho da Caatinga que estava bem verde. Talvez porque tivesse chovido. Na cidadezinha havia uma outra igreja bonita.

Retornamos por Tavares-PB, Juru-PB, Água Branca-PB, Imaculada-PB e Maturéia-PB.

 

SUGESTÕES:

Pelo fato do PARNA ser muito novo ainda faltam mais estruturas para o turismo. Porém, já se vê necessário placas de sinalização e trilhas bem demarcadas.

 

OBSERVAÇÃO:

As informações aqui contidas são meras experiências passadas por mim neste PARNA e em suas redondezas. Portanto, não me responsabilizo pelos riscos e problemas que possam acontecer e nem em garantir que tudo dará certo para propensos visitantes a este PARNA e as suas redondezas. Cabe a cada propenso visitante se responsabilizar pelas suas decisões e atitudes, procurando sempre um comportamento lícito e compatível com o local, com a fauna, com a flora e com as pessoas ali residentes e nativas. Além de que deverá seguir as regras do ICMBio, as regras de segurança e o uso adequado de seus equipamentos durante toda a visitação deste PARNA e de suas redondezas.